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><channel><title>Be Mad About Design &#187; Opinião</title> <atom:link href="http://www.bemadaboutdesign.com/categoria/opiniao/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.bemadaboutdesign.com</link> <description>inspired by IKEA</description> <lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 12:01:55 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Porquê investir em Design?</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/763/porque-investir-em-design</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/763/porque-investir-em-design#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Jun 2010 10:27:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Filipa Pias</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Feature]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[designers]]></category> <category><![CDATA[estratégia]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=763</guid> <description><![CDATA[A finalidade de qualquer empresa é ter um posicionamento único e sustentável, através de um conjunto de orientações, a estratégia, que permitam alcançar esse objectivo. Por isso, é fundamental que a estratégia seja compreendida por todos os envolvidos.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ora, na maioria das vezes, as empresas apresentam as ideias e objectivos oralmente ou em documentos escritos que são susceptíveis de várias interpretações. Para ser claro e perceptível é necessário visualizar o que se pretende. Uma imagem resume o que se aspira, descreve o processo de desenvolvimento, cria empatia e clarifica o objectivo.</p><p>Desenhar ou construir um protótipo, seja de um produto ou de um serviço, torna visível algo abstracto e ajuda a focar no essencial a detectar problemas e corrigi-los, tornando-se num catalisador de ideias e consequentemente de inovação.</p><p>É por isso que o Design pode ajudar a organização a implementar a estratégia e torná-la num processo em constante evolução. Mais do que um resultado, design é o processo para alcançar a solução que acrescenta valor ao produto.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Design como um processo</strong></p><p>Porque Design é mais do que desenhar um logótipo, design é desenvolver um sistema de identidade que crie empatia connosco, que nos envolve na sua visão e missão e com quem partilhamos os mesmos valores.</p><p><strong> </strong></p><p>O Design está presente no nosso dia-a-dia: nos serviços e produtos, nos transportes, nas áreas públicas e nos espaços que habitamos. Deriva da palavra desígnio, do latim <em>Designare, </em>que<em> </em>significa propósito, intenção, vontade para realizar algo. Design é sinónimo de acção, de identificar necessidades e desenvolver soluções a partir de uma metodologia de projecto. De um processo de desenvolvimento do trabalho que começa por um olhar atento, por observar e perceber que existe uma necessidade que pode ser colmatada. Pode ser um utensílio, um serviço ou um produto. Pode ser alguma coisa que já existe e precisa de uma adaptação ou algo inteiramente novo.</p><p>Identificado o problema, é indispensável definir de forma geral o que se pretende, através da inclusão de todas as sugestões e contributos dos <em>stakeholders</em> e da participação de equipas multidisciplinares no processo de desenvolvimento do projecto.</p><p>“Se eu tivesse perguntado o que as pessoas necessitavam, provavelmente teriam dito um cavalo mais rápido.” Henry Ford</p><p>Porque na maioria das vezes as pessoas sabem qual é o problema e qual será a resposta, mas não têm meios para chegar a uma solução inovadora.</p><p>Tratada a informação e definido o mercado alvo e o posicionamento que se ambiciona, a equipa multidisciplinar começa a estudar conceitos e modelos de abordagem para alcançar o objectivo.</p><p><strong>Design como pensamento estratégico</strong></p><p>Por ser transversal no desenvolvimento de um produto, desde a ideia até à comercialização, o design tem consequentemente uma visão holística da própria empresa e pode intervir, no sentido de ajudar a definir as competências nucleares e estimular o desenvolvimento das capacidades e recursos das organizações. Quem sou? Que tenho de único e relevante? Para onde quero ir?</p><p>Porque no mercado actual o preço não é vantagem competitiva que interesse ou seja possível para as empresas portuguesas; o que realmente torna uma empresa competitiva é ter um produto diferenciado.</p><p><strong>Design = Inovação = Diferenciação = Competitividade</strong></p><p>Após a 2ª Grande Guerra, o governo de Winston Churchill promoveu a criação do Design Council, por forma a estimular o desenvolvimento da inovação e competitividade e consequentemente o crescimento da economia.</p><p>E nós? Não poderemos olhar para o panorama actual como uma oportunidade de fazer diferente? Porque não aproveitar este tempo para observar, reflectir e apostar na inovação e diferenciação dos nossos produtos, através do investimento em Design.</p><p>“Where design is integral, 44% of companies see a resulting increase in competitiveness and turnover.”</p><p>Design in Britain 2004/05 — Design Council</p><p>“Design is the second most important ingredient of success for rapidly growing businesses. 50% of manufacturers say design is increasingly important to their competitive edge.”</p><p>Design in Britain 2005/06 — Design Council</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/763/porque-investir-em-design/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Não gosto! Porque não fica bem</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/760/nao-gosto-porque-nao-fica-bem</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/760/nao-gosto-porque-nao-fica-bem#comments</comments> <pubDate>Mon, 21 Jun 2010 11:50:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Filipa Pias</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[designers]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=760</guid> <description><![CDATA[É talvez a frase que os designers mais ouvem durante a sua actividade profissional. Naturalmente que o gosto é intrínseco e transversal à sociedade. No entanto, quando proferido de forma superficial e seguido de “porque não fica bem” resume uma atitude negativa e esvaziada de conteúdo. Arrogante, porque esconde a fragilidade de quem não consegue ver por outra perspectiva e inibidora do comentário construtivo de todos os envolvidos, com vista a alcançar a melhor solução.
]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O Design não tem como finalidade “ficar bem”, mas sim cumprir a sua função na sociedade. E se actuar seguindo a sua metodologia de trabalho, de certeza que com eficácia alcançará os objectivos propostos e por isso ficará bem.</p><p>Mas apesar de este tipo de comentário ser sempre demolidor de vontades, cabe ao designer ter uma postura pró-activa, de modo a não só minimizar a situação, mas também para ajudar a prevenir atitudes semelhantes. Se durante o desenvolvimento do projecto os decisores forem envolvidos na identificação do problema, na análise e elaboração de ideias e conceitos, de modo a fomentar um pensamento crítico e construtivo, a solução será entendida não como uma proposta, mas sim como um compromisso, assumido e compreendido por todos os intervenientes, incluindo os decisores.</p><p>Independentemente da metodologia utilizada, será sempre benéfico apresentar oralmente a proposta e entregar uma memória descritiva que resuma a evolução do projecto até à solução. Seja qual for a metodologia, salvaguardar a propriedade intelectual da proposta antes de a apresentar, fica sempre bem!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/760/nao-gosto-porque-nao-fica-bem/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Política Nacional de Design</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/637/politica-nacional-de-design</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/637/politica-nacional-de-design#comments</comments> <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 16:23:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Luis Filipe de Menezes</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Feature]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[designers]]></category> <category><![CDATA[política]]></category> <category><![CDATA[Política Nacional de Design]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=637</guid> <description><![CDATA[No mundo actual a maior parte dos Estados ambiciona ter uma economia forte e competitiva a nível global, e também um tecido empresarial extremamente produtivo, criativo e inovador. Segundo Gisele Raulik-Murphy, senior researcher do University of Wales Institute, uma das formas que os países têm para atingir estes objectivos é investir num Sistema Nacional de Design.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Um Sistema Nacional de Design, conforme Gisele Raulik-Murphy define no artigo “An International Perspective”, assenta em <strong>4 pilares</strong>: <strong></strong></p><p><strong>- Promoção — </strong>centros de design, exposições, publicações, prémios, conferências e demais actividades ou informação que tenham como alvo principal o público em geral;</p><p><strong>- Suporte — </strong>programas de integração em PME’s, aconselhamento e monitorização, programas sectoriais, demonstrações e demais actividades ou informação que tenham como alvo principal a indústria;</p><p><strong>- Educação — </strong>toda a educação, formal ou não, que permita ao designer ser um bom profissional;</p><p><strong>- Política ou Estratégia Nacional de Design –</strong> a implementação das 3 áreas de acção acima deverá ser regida por estratégias determinadas pelo Governo que tenham em conta os principais stakeholders (a indústria, o sector do design e os próprios designers, entre outros).</p><p>Olhando para o <strong>ranking</strong> <strong>2009–2010 das 20 economias mais competitivas</strong> constatamos a ligação entre competitividade e a aposta num Sistema Nacional de Design:</p><p><strong>1. Suiça -</strong> Promoção do Design</p><p><strong>2. Estados Unidos -</strong> Promoção do Design mas, estão a ser publicamente debatidas diversas propostas com vista a elaborar uma Política Nacional de Design (http://www.designpolicy.org/)</p><p><strong>3. Singapura -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design</p><p><strong>4. Suécia -</strong> Promoção e Suporte do Design</p><p><strong>5. Dinamarca -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design</p><p><strong>6. Finlândia — </strong>Promoção, Suporte e Política Nacional de Design</p><p><strong>7. Alemanha -</strong> Promoção e Suporte do Design</p><p><strong>8. Japão -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design (desde 1956)</p><p><strong>9. Canadá — </strong>Promoção do Design</p><p><strong>10. Holanda -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design</p><p><strong>11. Hong Kong </strong></p><p><strong>12.Taiwan -</strong> Promoção e Suporte do Design</p><p><strong>13. Reino Unido -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design (desde 1949)</p><p><strong>14. Noruega -</strong> Promoção e Suporte do Design</p><p><strong>15. Austrália -</strong> Promoção do Design</p><p><strong>16. França — </strong>Promoção e Suporte do Design</p><p><strong>17. Aústria </strong></p><p><strong>18. Bélgica — </strong>Promoção e Suporte do Design</p><p><strong>19. Coreia do Sul -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design</p><p><strong>20. Nova Zelândia -</strong> Promoção, Suporte e Política Nacional de Design</p><p>A nível Europeu lembramos as palavras de Jan R. Stavik, presidente do BEDA: <strong>“The European Commission sees design as crucial in bridging the gap between creativity and innovation today. We have achieved a genuine breakthrough for design in Europe, which can boost European competitiveness in the future”</strong>.</p><p>Talvez no futuro vejamos surgir algum tipo de Política Comunitária de Design ou a sua integração numa grande Estatégia Comunitária de Inovação. Ficamos à espera para ver o que nos trás a <strong>European Innovation Strategy</strong> a ser revelada em breve.</p><p>E em Portugal? O nosso país encontra-se no <strong>43º lugar do index de competitividade</strong>. A nível político a importância dada ao design é mínima. Basta ler os programas eleitorais das últimas legislativas e contar as raras vezes em que a palavra “design” é mencionada por cada partido. Além disso, geralmente o contexto da menção não revela uma visão global das potencialidades do design, mas sim uma intervenção pontual na área x ou y. <strong>Resumindo, existem programas de Promoção e Suporte do Design, mas não existe em Portugal uma Política Nacional de Design.</strong></p><p>Em tempo de crise Portugal não se pode dar ao luxo de continuar a adiar este projecto. <strong>É necessário apanhar o comboio da competitividade, sendo necessário investir nos 4 pilares que formam um Sistema Nacional de Design ou, pelo menos, que se lançar um debate público sobre as vantagens e desvantagens da criação desse mesmo Sistema e de uma Política Nacional de Design.</strong></p><p>Nesse possível debate os designers, como stakeholders deste processo, deverão intervir activamente, tal como acontece hoje nos EUA, fazendo valer os seus pontos de vista, sugerindo medidas, fazendo a sua voz ouvir junto dos decisores políticos. Os designers apesar da sua intervenção social, económica e cultural, muitas vezes colocam de parte a intervenção política, o que parece contribuir para o poder político também continuar a colocar-nos à parte. É necessário sonhar, planear e agir um futuro melhor e todos os designer são necessários.</p><p>“Bem tentais não vos ocupar de política, mas a política ocupa-se de vós” — Charles Montalembert</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/637/politica-nacional-de-design/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Design: ponderar a profissão em Portugal</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/598/design-ponderar-a-profissao-em-portugal</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/598/design-ponderar-a-profissao-em-portugal#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:02:45 +0000</pubDate> <dc:creator>Denise Ferreira</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Feature]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[design reconhecido]]></category> <category><![CDATA[designer]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=598</guid> <description><![CDATA[Desde os anos 70 do século XX que se sentiu a necessidade de se criarem cursos superiores em Portugal, de modo a preparar profissionais aptos a oferecer um trabalho especializado e dar resposta às necessidades empresariais. Desde então, o número de profissionais com formação e autodidactas tem vindo a crescer seguindo uma prática sem regras, dependendo o valor atribuído ao design, da sensibilização e conhecimento que a sociedade e o meio empresarial tem sobre esta recente actividade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Tomar consciência do real estado da profissão de designer em Portugal ressalta um número de lacunas de premente resolução, para um melhor entendimento da disciplina e reconhecimento profissional.</p><p>Com o Projecto de Investigação “Design Reconhecido: Organização e Deontologia” (desenvolvido no âmbito do Mestrado de Design de Comunicação, da Faculdade de Arquitectura da U.T.L., em 2009) foi apresentado um conjunto de documentação e resultados que traduzem a situação actual de uma profissão, com uma quota parte de responsabilidade social, económica e ambiental, e cuja actividade continua a ser praticada marginalmente, como a elaboração de contratos apenas com base em avenças verbais, o cálculo de honorários praticado segundo a opinião e exemplo de outros colegas mais próximos, participação e elaboração de concursos com base em concorrência especulativa (<em>Free Pitching</em>) e uma prática negativa de protecção da Propriedade Intelectual.</p><p>Esta marginalização costuma ser justificada por uma falsa ideia de inexistência de informação orientadora para boas práticas. Falsa ideia, porque mesmo existindo lacunas a nível nacional, estas podem ser preenchidas com as orientações de associações internacionais.</p><p>É urgente esclarecer a sociedade do que pode esperar, quais as responsabilidades e o lugar/papel dos designers. O design continua envolto em equívocos, sendo ainda tido como uma disciplina de base artística, de soluções formais e estéticas, onde os designers apenas são considerados simples artistas. Esta situação é notória, por exemplo, na consulta da legislação da Propriedade Intelectual ou na constante publicidade apresentada aos consumidores.</p><p>Uma profissão, para atingir o devido reconhecimento, credibilidade, estatuto definido, papel ou lugar na sociedade, deve seguir uma organização composta por meios que orientem os seus actores num objectivo comum e com uma deontologia que determine quais os seus deveres e responsabilidades.</p><p>Com base no inquérito “Design Reconhecido” (realizado em 2009) constatou-se um desconhecimento entre os designers sobre questões relacionadas com a organização e deontologia do Design, onde 88% dos participantes responderam que não se encontram inscritos em Associações de Design, 83% não exercem a sua actividade segundo um Código Deontológico e apenas 18% respondeu positiva e correctamente à questão de conhecimento de quais as entidades responsáveis pela Propriedade Intelectual.</p><p>Constatou-se também que a situação profissional do designer em Portugal é instável, com resultados que demonstram dificuldade de definição da mesma, valores percentuais elevados de participantes com contrato a termo certo e em estágio profissional e a indicação de valores fixos mensais de remuneração, na sua maioria inferiores a 1000€.</p><p>Perante uma situação de crise, onde a prática de políticas de design depende da cultura de cada país, os designers podem encontrar a sua oportunidade de esclarecer e sensibilizar a sociedade e o meio empresarial para o seu importante contributo como factor essencial de crescimento económico e posicionamento internacional, através da sua definição como classe profissional e da criação de uma linha de conduta que os orientem num objectivo comum, como a sua credibilização e reconhecimento nacional.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/598/design-ponderar-a-profissao-em-portugal/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Diogo Aguiar e Teresa Otto</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/570/diogo-aguiar-e-teresa-otto</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/570/diogo-aguiar-e-teresa-otto#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Mar 2010 16:07:49 +0000</pubDate> <dc:creator>AnagramA</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Democrático]]></category> <category><![CDATA[Design Internacional]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Design de Produto]]></category> <category><![CDATA[Notícia]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[arquitectura]]></category> <category><![CDATA[criatividade]]></category> <category><![CDATA[IKEA]]></category> <category><![CDATA[Objecto]]></category> <category><![CDATA[Público]]></category> <category><![CDATA[sustentabilidade]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=570</guid> <description><![CDATA[Dois arquitectos, Diogo Aguiar e Teresa Otto, e dezenas de caixas de arrumação IKEA, TROFAST, deram origem a um bar temporário na semana académica do Porto.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Dois arquitectos, Diogo Aguiar e Teresa Otto, e dezenas de caixas de arrumação IKEA, TROFAST, deram origem a um bar temporário na semana académica do Porto, num desafio lançado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em 2008.</p><p>Dando azo à imaginação e ao espírito criativo, esta dupla de arquitectos criou, a partir de uma estrutura metálica, caixas de arrumação de plástico branco IKEA (TROFAST) e LEDs, um bar iluminado e sofisticado que animou a noite da semana académica do Porto.</p><p>Um projecto inovador e criativo que, graças a irreverência dos criadores, resultou num espaço distinto e único completamente diferente das tradicionais “barraquinhas” encontradas nas semanas académicas. Mais do que um bar de estudantes, transformou-se num projecto arquitectónico digno de referência.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/570/diogo-aguiar-e-teresa-otto/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Design é preciso</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/464/design-e-preciso</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/464/design-e-preciso#comments</comments> <pubDate>Tue, 22 Dec 2009 16:57:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Filipa Pias</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[criatividade]]></category> <category><![CDATA[Design movimento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=464</guid> <description><![CDATA[Vivemos um tempo empolgante e de desafio: assistimos ao nascimento de um novo paradigma de política e de economia. A crise ambiental e financeira que estamos a viver prova que todos fazemos parte de um só sistema onde o nosso bem-estar individual não é independente do nosso bem-estar colectivo. Só com uma aposta no conhecimento e no desenvolvimento de uma atitude de cidadania e responsabilidade social é que poderemos melhorar a nossa sociedade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>É neste contexto que o papel do design ganha ainda mais força, porque o design é uma ferramenta de gestão, de solução criativa e de organização do processo de trabalho. O Design pode, sabe e deve integrar todas as competências individuais para alcançar as melhores soluções. Mais do que um resultado, design é o processo para o alcançar: através da identificação de problemas, da forma de gerir todos os <em>inputs </em>dos<em> stakeholders </em>e da inclusão de equipas multidisciplinares no processo de desenvolvimento. Deste modo, contribuímos para uma solução mais do que para uma resposta.</p><p>Foi com este desígnio que nasceu o <em>Design é preciso</em>.</p><p>Design é preciso é um projecto de voluntariado que liga designers a acções de solidariedade social, que une quem sabe a quem precisa, acreditando que todos sabemos, que todos precisamos e que em rede podemos fazer melhor.</p><p>Design é preciso será, com a colaboração de todos, uma rede portuguesa de design social.</p><p>O site <strong><a
href="http://www.designepreciso.pt">www.designepreciso.pt</a></strong> é onde pode descobrir tudo sobre nós e está organizado da seguinte forma:</p><ul><li>na <em>homepage</em>,      encontram os desafios em curso e como participar.</li><li><em>eu preciso</em> é sobre nós, quem somos, o que nos motiva,</li><li><em>tu precisas</em> é um apelo para que sejam voluntários, é o espaço onde os      designers podem saber mais sobre como participar, o estatuto de      voluntariado e inscrever-se como voluntário do Design é preciso,</li><li><em>eles precisam</em> é a página dedicada aos nossos parceiros, as organizações que      recebem o trabalho voluntário,</li><li><em>todos      precisamos</em> será o espaço da      monitorização dos projectos implementados: da proposta inicial      às imagens e testemunhos da solução, o antes e depois da nossa      intervenção.</li></ul><p>O Design é preciso quer colaborar na identificação de necessidades, na criação de soluções para os problemas económicos e sociais de Portugal, em conjunto com organismos, associações e com todas as pessoas com vontade de colaborar.</p><p>Design é mesmo preciso. Em Portugal e no mundo.</p><p>Que tal começar já?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/464/design-e-preciso/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>ColorAdd® – sistema de identificação de cores para daltónicos</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/396/coloradd%c2%ae-%e2%80%93-sistema-de-identificacao-de-cores-para-daltonicos</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/396/coloradd%c2%ae-%e2%80%93-sistema-de-identificacao-de-cores-para-daltonicos#comments</comments> <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:42:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel Neiva</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design Português]]></category> <category><![CDATA[Feature]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[cor]]></category> <category><![CDATA[cores]]></category> <category><![CDATA[daltónicos]]></category> <category><![CDATA[daltonismo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=396</guid> <description><![CDATA[O projecto ColorAdd, que teve como origem uma tese de mestrado, foi desenvolvido para ajudar a minorar o problema de um universo significativo da população mundial numa área em que todas as sociedades são e estão cada vez mais envolvidas e preocupadas – A inclusão.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que tanto se fala em “design inclusivo”, este projecto apresenta uma solução que permite aos daltónicos identificar as cores. O daltonismo, deficiência de transmissão hereditária — sem cura, que afecta maioritariamente indivíduos do sexo masculino — estima-se que quase 10% da população masculina seja daltónica, em diferentes graus, mas com alguma dificuldade na correcta interpretação da cor.</p><p>Oferecer aos daltónicos independência aquisitiva, uma mais fácil integração social em situações que a opção e escolha da cor é relevante e a minimização do sentimento de perda gerada pela deficiência, com o consequente aumento de bem-estar e autoconfiança.</p><p>“Como escolher ou comprar uma peça de roupa sem conseguir identificar as cores? O que responder ao filho que pede o lápis verde para pintar a árvore? Como interpretar o mapa do metro se as linhas são representadas por cores? Como respeitar as bandeiras de perigo na praia? Como cumprir uma vocação relacionada com a indústria gráfica, química, da moda ou da decoração, se todas estão ancoradas no domínio da cor?”</p><p>Transversal a todos os quadrantes da sociedade global, independentemente da sua localização geográfica, cultura, língua, religião, bem como às diferentes vertentes sócio-económicas, como por exemplo, a Saúde, Educação, Transportes e Industria têxtil.</p><p>Pretende-se que a indústria e a sociedade vejam neste projecto — ColorAdd — um contributo para melhorar a satisfação e o bem-estar de um grupo de indivíduos que, pelas suas características de visão, se encontram privados de realizar com independência, segurança e tranquilidade todo e qualquer acto onde a cor seja factor determinante.</p><p>Este projecto tem uma finalidade muito própria. A intenção é um dos critérios que deve acompanhar o designer no seu processo criativo: este, além da interiorização do conceito básico e elementar do design, forma adequada à função, deve ter em consideração contribuir para o melhoramento da qualidade de vida do indivíduo, trabalhando no “interface” produto/utilizador para que o objecto sirva realmente a sua “função”, seja um “objecto ao serviço do utilizador”.</p><p>O projecto ColorAdd apresenta uma solução sustentada, de implementar um código universal, que se julga ser de um contributo inquestionável para a inclusão. Reforçando e valorizando o “design for all”.</p><p>Depois de ter garantido o apoio e “acreditação” em diferentes áreas da sociedade civil, política, empresarial e media. Este projecto encontra-se na fase de afinar com os “parceiros estratégicos” em cada das diferentes áreas prioritárias para a aplicação imediata. Não só pelo argumento da responsabilidade social, este projecto permite, igualmente, aos pioneiros o estatuto da diferenciação.</p><p><em>Projecto único, de âmbito UNIVERSAL e TRANSVERSAL com irrefutável contributo para inclusão e forte impacto social.</em></p><p>Mais informação em <a
href="http://www.coloradd.net/">www.coloradd.net</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/396/coloradd%c2%ae-%e2%80%93-sistema-de-identificacao-de-cores-para-daltonicos/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>[DESIGNPROTEGIDO]®</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/350/designprotegido%c2%ae</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/350/designprotegido%c2%ae#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:49:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Isabel Maria de Borja</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design de Produto]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[CPD]]></category> <category><![CDATA[design protegido]]></category> <category><![CDATA[direitos reservados]]></category> <category><![CDATA[GAPIdesign]]></category> <category><![CDATA[INPI]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=350</guid> <description><![CDATA[O Centro Português de Design - CPD acolhe, desde Janeiro de 2001, um Gabinete de Apoio à Propriedade Industrial, o GAPIdesign. Este gabinete resulta de uma parceria entre o CPD e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A missão de fundo do GAPIdesign é a divulgação do Sistema da Propriedade Industrial – SPI e a sua diferenciação na adequação às necessidades particulares do seu público-alvo; designers e agentes de design em geral.</p><p>O serviço [DESIGNPROTEGIDO] é no CPD um “observatório” da protecção do design e dos designers na prática profissional da disciplina, analisamos e registamos todas as questões que nos são colocadas em matéria de protecção para além de informar em todas as vertentes da protecção do design[ers] associadas à prática profissional.</p><p>Actualmente a missão [DESIGNPROTEGIDO], centra-se na divulgação da <em>gestão da protecção integrada no processo de design de produtos e serviços,</em> assim como de <em>boas práticas</em> deontológicas em matéria de direitos de propriedade intelectual.</p><p>A gestão da protecção é cada vez mais uma preocupação consciente por parte de todos os agentes que intervêm no Processo de Design de produtos e serviços. Ao longo das diversas fases do Processo de Design, o designer experimenta diferentes necessidades de protecção. A ‘Marca’ e o ‘Design’ de todos os seus veículos de comunicação: sacos, embalagens, etiquetas, rótulos e identidade corporativa do serviço, são peças fundamentais que não devem ser descuradas na gestão da protecção.</p><p>A garantia dada ao consumidor é a de adquirir um produto genuíno. A falta de originalidade dos produtos pode ser aferida pela ausência de elementos distintivos ou pela contrafacção da marca e dos elementos distintivos registados.</p><p>Hoje em dia há cada vez mais um conhecimento generalizado destas realidades, por parte dos designers, dos empresários e até dos consumidores. Não escapa a nenhum dos agentes do processo criativo a identificação do preciso momento em que estão perante um acto inventivo cuja novidade deve ser protegida; é claramente preocupação de todos quantos estão envolvidos na inovação e criação de novos conceitos.</p><p>Os designers já tornaram numa prática corrente da fase de pesquisa do <em>Processo de Design</em><em>, </em>a consulta de bases de dados, actualmente disponíveis de forma gratuita e amplamente divulgadas, e cuja facilidade de acesso ao espólio de inovação registado, via Internet, permite com segurança tomar uma decisão não apenas no que refere à evolução do conceito em desenvolvimento, afastando-o de algo já existente, mas também quanto à sua protecção de forma ponderada e acautelada por envolver inúmeros factores relacionados, principalmente com o retorno económico, face ao investimento em registos.</p><p>A IKEA divulga amplamente os designers das suas peças. O respeito pela propriedade intelectual dos autores que com a IKEA colaboram é uma mais valia para ambas as partes e um sinal de respeito pelos consumidores.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/350/designprotegido%c2%ae/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Design e ... sustentabilidade</title><link>http://www.bemadaboutdesign.com/336/design-e-sustentabilidade</link> <comments>http://www.bemadaboutdesign.com/336/design-e-sustentabilidade#comments</comments> <pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:26:15 +0000</pubDate> <dc:creator>José Andrade Vicente</dc:creator> <category><![CDATA[Design]]></category> <category><![CDATA[Design de Produto]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[consumo sustentável]]></category> <category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category> <category><![CDATA[produção]]></category> <category><![CDATA[sustentabilidade]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.bemadaboutdesign.com/?p=336</guid> <description><![CDATA[O paradigma de desenvolvimento da sociedade contemporânea está assente no princípio de crescimento. Ou melhor, num crescimento económico contínuo e inexorável, apontado como único modo de providenciar sustento à, também ela em crescimento, Humanidade. ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Bom.…, tirando a impossibilidade de continuarmos a crescer <em>ad eternum</em> num planeta finito, isto até faria sentido.</p><p>Mas este facto de habitarmos num pequeno planeta que, por consequência, tem uma capacidade limitada de aceitação da nossa voraz exigência de recursos faz com que a Humanidade, também para seu bem, tenha que fazer um esforço para se integrar melhor na vizinhança.</p><p>As últimas décadas tem demonstrado, infelizmente pela negativa, a capacidade de influência que temos sobre a Natureza. E porque, como dizem os ingleses: <em>What goes around, comes around,</em> começamos a sofrer nós próprios o desgaste que temos provocado ao meio ambiente.</p><p>Portanto, mais do que um problema ecológico, a degradação ambiental está a trazer consigo degradação social. Assim, o paradigma tem que mudar. Temos que encetar um desenvolvimento que seja sustentável nas três áreas essenciais: na económica, na ambiental e na social.</p><p>E como fazer isso?</p><p>Um dos elementos fundamentais a corrigir é o sistema de produção e consumo que tem de se tornar sustentável nos três pilares. E para isso o design é uma ferramenta essencial.</p><p>É importante que os designer entendam totalmente as diferentes implicações que as suas escolhas têm em todo o ciclo de vida do produto/sistema, bem como a influência que as suas decisões têm nas diferentes partes interessadas, quer sejam as comunidades locais de onde são retirados os materiais virgens, nos consumidores ou nos responsáveis pelo fim de vida do produto.</p><p>É uma tarefa complexa e exigente, cheia de equilíbrios instáveis que apenas podem ser alcançados através duma correcta utilização das ferramentas que os designers têm ao seu dispor e através duma postura ética, consciente e profissional.</p><p>Aos designers: informem-se sobre as várias estratégias e ferramentas existentes.</p><p>Aos consumidores: informem-se sobre as verdadeiras características dos produtos/serviços que estão a comprar e exijam mais informação, qualidade do produtor.</p><p>Bom trabalho.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.bemadaboutdesign.com/336/design-e-sustentabilidade/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss><!--
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